“Informação que protege. Dica que salva.”

O Pix trouxe diversos benefícios para o dia a dia dos brasileiros, como rapidez nas transações, gratuidade para pessoas físicas, praticidade no uso com chaves simples, além de segurança com criptografia e integração com diversos serviços financeiros. No entanto, é importante ficar atento aos riscos: o sistema também tem sido explorado por golpistas, permite transferências irreversíveis, facilita a criação de falsos comprovantes e pode ser usado em atividades criminosas, além de erros por falta de atenção que podem causar prejuízos. Fique informado e use o Pix com responsabilidade!



O Pix é um sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central do Brasil, lançado em novembro de 2020. Ele permite transferências e pagamentos que acontecem em segundos, 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive finais de semana e feriados.



✔️ Praticidade: basta usar uma chave (CPF, e-mail, celular ou chave aleatória) sem precisar de dados bancários completos.
✔️ Gratuito para pessoas físicas: não há taxas para transferências entre pessoas na maioria dos casos.
✔️ Velocidade: o dinheiro cai na conta em até 10 segundos.
✔️ Disponível a qualquer hora: diferente de TED ou DOC, funciona a qualquer momento, sem depender do horário bancário.
✔️ Segurança: usa protocolos rigorosos de segurança, além da possibilidade de limite de valor e bloqueios preventivos em caso de suspeita de fraude.
✔️ Aceito em todo lugar: lojas, empresas, autônomos e até serviços públicos adotaram o Pix como forma de pagamento.



O Pix se tornou tão popular que já superou em volume as transferências por TED, DOC e até boletos. Hoje, é usado para:



Apesar de ser seguro e contar com tecnologias avançadas, o Pix também se tornou alvo de criminosos. Veja os dados mais recentes que mostram a importância de se proteger:

🔸 Mais de 11 milhões de tentativas de fraudes com Pix foram registradas em 2024.
🔸 Dessas, 4,7 milhões foram confirmadas, causando um prejuízo de cerca de R$ 4,94 bilhões, segundo o Banco Central.
🔸 A quantidade de golpes subiu 70% em comparação com 2023.
🔸 O número médio de tentativas de golpe foi de 390 mil por mês em 2024.
🔸 Mesmo assim, as fraudes representam apenas 0,019% de todas as transações via Pix no país, que somaram mais de R$ 26,4 trilhões no ano.
🔸 Dados da Febraban revelam que 16% dos golpes relatados por clientes entre setembro de 2024 e março de 2025 envolveram o uso do Pix.

🔒 O Banco Central recuperou cerca de R$ 459 milhões usando o sistema de devolução de valores (MED), mostrando que é possível minimizar perdas, mas a prevenção ainda é o melhor caminho.

1. Clonagem de WhatsApp Criminosos se passam por representantes de empresas ou órgãos públicos para obter o código de verificação do WhatsApp da vítima. Com acesso à conta, solicitam transferências via Pix aos contatos da vítima, alegando emergências. ​
2. Falsa central de atendimento Golpistas fingem ser funcionários de bancos ou instituições financeiras, alegando problemas na conta da vítima e solicitando transferências via Pix para “resolver” a situação.
3. Pix errado O criminoso faz uma transferência para a vítima e, em seguida, solicita a devolução do valor para uma conta diferente, alegando erro. Posteriormente, aciona o Mecanismo Especial de Devolução (MED) para reaver o valor original, recebendo o dobro.
4. Robô do Pix / Urubu do Pix Promessas de ganhos fáceis por meio de supostos “robôs” que automatizam transferências ou sorteios. Após um investimento inicial via Pix, o golpista desaparece com o dinheiro.
5. QR Code falso Criminosos substituem QR Codes legítimos por falsos em estabelecimentos ou online, direcionando pagamentos para suas contas. ​
6. Pix agendado falso O golpista envia um comprovante de agendamento de Pix e solicita a devolução do valor, antes que a vítima perceba que o dinheiro não foi efetivamente creditado.
7. Venda falsa Produtos ou serviços são anunciados em plataformas digitais, mas após o pagamento via Pix, o vendedor desaparece sem entregar o item.
Para se proteger de fraudes, é importante seguir algumas orientações simples. Primeiramente, nunca compartilhe suas informações pessoais ou dados bancários em redes sociais ou com pessoas desconhecidas. Além disso, desconfie de mensagens que solicitam o envio de valores ou que ofereçam promoções muito tentadoras. Caso tenha dúvidas, entre em contato diretamente com a instituição financeira.

Como se proteger Verifique os dados do destinatário: Antes de confirmar uma transferência, confira se o nome e os dados correspondem à pessoa ou empresa correta. ​Desconfie de urgências: Solicitações de dinheiro com caráter emergencial devem ser confirmadas por outros meios, como uma ligação telefônica.​Evite clicar em links suspeitos: Não acesse links recebidos por SMS, e-mail ou aplicativos de mensagens sem verificar sua autenticidade. ​Ative a verificação em duas etapas: Habilite essa função no WhatsApp e em outros aplicativos para adicionar uma camada extra de segurança.​Configure limites de transferência: Estabeleça limites diários e noturnos para transações via Pix, reduzindo o risco em caso de fraude. Utilize canais oficiais: Realize cadastros e transações apenas por meio dos aplicativos ou sites oficiais das instituições financeiras. ​

O que fazer se cair em um golpe Comunique imediatamente o banco: Informe a instituição financeira sobre a fraude para tentar bloquear a transação.Registre um boletim de ocorrência: Procure a delegacia mais próxima ou utilize plataformas online para formalizar a denúncia.Acesse o Registrato: Ferramenta do Banco Central que permite verificar se há contas ou chaves Pix cadastradas em seu nome sem sua autorização. Ative o Mecanismo Especial de Devolução (MED): Solicite à sua instituição financeira a ativação do MED para tentar reaver o valor transferido.



 O Pix não só facilitou a nossa vida como também colocou o Brasil na frente de muitos países em tecnologia bancária.

Mas lembre-se: quanto mais gente usa, mais os golpistas tentam se aproveitar.
Nunca passe sua chave Pix por telefone ou mensagem suspeita.

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Curiosidade: O Brasil foi pioneiro com o Pix!

Você sabia que o Pix é um dos sistemas de pagamento instantâneo mais avançados do mundo? Ele foi criado pelo Banco Central do Brasil e lançado em novembro de 2020. E o mais impressionante: em menos de 1 ano, mais da metade da população brasileira já usava o Pix no dia a dia!

 Diferente de transferências tradicionais, o Pix funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana — incluindo feriados!

Outros países ficaram para trás:

Enquanto isso, muitos países ainda dependem de sistemas lentos, que demoram dias para completar uma transferência bancária.

Fica a Dica: O Pix facilitou nossa vida, mas também abriu espaço para novos golpes. Nunca passe seu código de segurança nem clique em links estranhos. E lembre-se: ninguém do banco liga pedindo confirmação de Pix!



Caiu em golpe? Conheça o MED do Pix e saiba como recuperar seu dinheiro!

“O Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Pix é um recurso criado pelo Banco Central do Brasil para facilitar a devolução de valores em casos de golpes, fraudes ou falhas operacionais que resultem em Pix enviados indevidamente. É uma ferramenta para auxiliar quem foi vítima de um golpe ou erro, buscando a recuperação do valor perdido.

“Para saber mais, clique aqui.”https://ficaligadonadica.com.br/voce-ja-ouviu-falar-no-med-do-pix/


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“Compartilhe nos comentários se essas dicas foram úteis para você ou se já teve alguma experiência com golpes online. Sua história pode alertar outras pessoas!”

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